Ellen Caroline, 19 anos, amazonese e flamenguista de coração. Moro com minha mãe que é linda. Amo cinema, lêr Paulo Coelho, escutar rock e ir ao porão do alemão com minha amiga Monick, amo meu gatinho Gary e meu brankelo lindo (Fábio). Pois é, meu coração já tem dono! eu e o Fábio estamos noivos e pretendemos nos casar em 2007. Odeio hipocrisia. Mas o que mais me irrita é a Mentira, mesmo sendo a mais inocente. Errar? Demais! Nunca me arrependo, mesmo que doa por algum tempo. pisciana ao extremo. Extremista demais. Já sofri por alguém. Aprendi com isso que Decepção não mata, ensina a viver. Até consigo perdoar, mas esquecer: Jamais! Não tenho muita paciência e uso de uma sinceridade incrível. Acredito e confio em minha Deusa. Acredito em destino. Acredito que nada é por acaso. Sinto saudades de alguém (meu morrzinhu q mora em São Paulo), e como sinto!. Quero ter um filho. Se a minha vida tivesse trilha sonora com certeza a Música seria: Sete cidades (legião urbana). Odeio o calor. Adoro dormir acompanhada. Adoro ser abraçada e abraçar também. Quero mais é ser feliz e com certeza serei muito mais do que já sou. Desejo felicidade a muitos. Não a todos. Mas, em contrapartida, desejo vida longa aos meus inimigos... Pra que assim eles possam assitir minha vitória. Odeio que cuidem da minha vida, mas não me preocupo nenhum pouco com as más línguas. Sei que só o que é bom é capaz de causar inveja. Enfim...essa sou eu e pra me compreender é preciso de muita paciência. Muitíssima!
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Olhar alí na frente, sempre foi um ponto forte em mim... A Carol que o diga... Às vezes isso me perturba, pois acabo sofrendo ou me preocupando demais por coisas que ás vezes simplesmente não acontecem, mas fazer o quê? Sou assim... Tento me atencipar aos fatos, procuro analisar tudo que pode dar errado, o que pode ser melhorado ou ainda achar soluções para possíveis problemas que possam vir a aparecer pelo caminho... Loucura? Sei lá! Pode ser que sim, pode ser que não! O que é loucura pra alguns é prevenção pra outros... Enfim, isso não importa agora, o que quero é mostrar como encaro/encaramos o amor, a união e o futuro a dois... Logo no começo de tudo, uma de nossas discussões foi: O que é o Amor? Como sabemos que o que sentimos é amor? E depois, o que acontece? Quem leu os outros post’s ou nos conhece sabe do que estou falando. Chegamos a tentar racionalizar o “amor” como uma equação matemática onde, a soma de vários sentimentos tem como resultado “Amor”. A ausência de um deles compromete o resultado e portanto compromete a veracidade do sentimento e por conseqüência o da frase “Eu te Amo!” dita com tanta freqüência, mas na sua maioria sem saber o seu real significado e abrangência que ela tem. Tenho uma opinião sobre isso e sei que ela (Carol) compartilha dela, por isso achei legal compartilhar com todos... De repente, pode servir pra alguém que esteja em dúvida, ou busque uma resposta... É o seguinte: Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga. Tudo o que todos querem é amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado. (Tem algum médico aí???) Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência. Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco. Entre casais que se unem visando a longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar "solamente", não basta. Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande, mas não é dois. Fábio - Postado por: Carol & Fábio às 14h39 [ ] [ envie esta mensagem ]
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